Terapias Breves

Terapia breve é o tratamento de uma problemática específica, trazida pelo cliente, com objetivo e tempo de duração pré determinado. A Terapia breve tem um foco, uma estratégia e um objetivo.

Alguns autores dividem a psicoterapia breve em três modelos principais:

Modelo estrutural ou do Impulso: Nesse modelo o objetivo é identificar o conflito primário, que é reeditado na problemática atual do paciente, e através da hipótese psicodinâmica de base planeja o trabalho terapêutico.

Modelo Relacional: É baseado nas relações objetais (Melanie Klein, Winnicott), tem menos preocupação com a técnica e menor interesse por estudo de aspectos como limites estritos de tempo e critérios de seleção. Nesse sentido dão maior importância para a experiência, a relação do “Aqui-e-agora”. Tem o psicoterapeuta como observador participante.

Modelo Integrativo ou Eclético: Nesse modelo permite que o psicoterapeuta lance mão de diferentes recursos, adaptados a necessidade de cada paciente, tem menor importância sobre a teoria e prioriza a necessidade de cada paciente.

O modelo integrativo é na minha opinião a forma que mais se aproxima da qual eu utilizo. Já que escolho as técnicas a serem utilizadas, na primeira sessão, a qual eu chamo de entrevista, onde identifico quais são os verdadeiros anseios de cada cliente.

O que pode ser tratado com uma Terapia Breve?

1: Identificar aspectos vocacionais em adolescentes e jovens vestibulandos.

2: Organização de sua vida financeira.

3: Medos e fobias ( explicarei a diferença entre eles em outro texto ).

4: Problemas de relacionamento interpessoal.

5: Padrões de relacionamento afetivo.

6: Ansiedade, angústia, frustração, distração, insegurança, raiva e agressividade.

7: Estresse pós traumático.

8: Elaboração de crises existenciais, de transições difíceis ( como o luto) e dificuldades nas mudanças de fases de vida (puberdade, adolescência, vida adulta, menopausa, envelhecimento).